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A única vez do Joca

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Foi pura vontade conhecer o outro e mesmo que não dando em nada… visto que, e se na investigação Dele surgisse um outro mim mais forte...? Daria tese de doutorado com bolsa da FAPESP, caso o caso fosse levado pras arraias da ciência especulativa: “A única vez do Joca: contribuição para os usos e costumes capitais da nossa gente”.

O caso mesmo, bruto, em si, é dum só descaminho. O da radicalidade!: a intransigência do menino contra certas mascaradas de caráter. Desde muito pequeno esse anti-cabotinismo. Vixe Maria. Sagrado seja o coração de Jesus. Cruz credo.

A questão, mais de caráter e menos de jurisprudência, colocada de forma catatônica–; Joca teria sido mesmo assim, timtim por timtim, incorruptível, retilíneo e radical, sem as leis e a legalidade?

A família, alguns traços... a primeira vítima da radicalidade

            Nicão. O pai. Fez da mentira, da trapaça, do logro, do caô, do aplique, do nó, do embuste, da volta, do pelé, do golpe..... a ordem suprema e organizativa da sua relação com o mundo e consigo mesmo. Verdadeira universidade da mãnha.

Pedro Paulo. Irmão mais novo. Alcunhado Maverick. Exemplaridade dos passos paternos (há quem diga que o superou). Algumas passagens pela cadeia, o Maverick. Um dos sócios majoritários em três importantes feiras do rolo da cidade. Bastante influente em negócios de peça de carro, ali pras bandas da Ricardo Jafet. Rubrica bem forte na região da Anhaia Melo e adjacências. Automobilísticas agências...

            Juliana. Irmã mais velha do João Carlos. Quase exemplarmente os passos maternais (...) Casou com um PM indo morar la pros lados do Jaçanã. Chegando nos trinta e cinco, por aí, e tem dois filhos. Técnica de enfermagem. Tudo indica que vai nessa toada até o fim.

Creusa, a mãe. Mulher simples. Isenta de transcendentes ambições. Levou sozinha a casa, naquela dupla jornada... O João Carlos ainda mora com ela. É muito amiga da minha mãe. Exerce a função de recepcionista desde muito nova e assim continua até hoje. Sempre a vi saindo de casa, cedinho, de uniforme, variável à medida da empresa.

            João Carlos. Meu amigo desde quando não lembro. Fala pouco, mirradas amizades, nunca de sair, beber, não gosta de futebol nem assiste televisão. Ainda não casou e namorou meia vez. Usa pouca internet. Impossível infiltrar-lhe a mente pr'além do factual e do relato. Vou seguindo algumas pistas, conversas aparentemente desbaratadas…

Foi num sábado. Assim mesmo, in media res. Alguns dias antes do fato em si. Nicão andava armando o bote. Churrasquinho na vizinhança.

            Cidinha na área. Mesmo a Creusa lá... Nicão comendo a moça nas retinas. E ela? De namoro novo. Digerindo a nicação no cristalino.

            Na oportunidade o safado mandou o papo: mais de um mês que tô sonhando com você...

            – então terça você me conta esses sonhos...

            Suspirou, o Nicão. Creusa justificou dor de cabeça...

            Chegada a tal terça.

Nicão diante um problema acima de suas precariedades: como amar Cidinha com as crianças em casa? Nunca planejar bem as coisas – grande defeito para um golpista! – e só se deu conta do fato quando a diarista chegou. Tudo sempre feito pro dia, conforme a demanda do................ já?!

            Cidinha perfumada. Calça leg. Cabelo molhado.

            Maneira de se livrar das crianças..... A coisa a ser tramada pra tarde.

           

Levados Juliana e Pedro Paulo pra escola por um Nicão assoviativo como um canário da terra. De igual maneira trazido o João Carlos, com pausa breve no mercadinho e compras, na conta da Creusa, dum monte de besteira pro muleque: danoninho, bolacha de chocolate, salgadinhos e tudo o permitido só em dias de aniversário.

            Em casa: a armação duma sala dos prazeres! Para o menino, tudooo! todos os brinquedos no chão, mesinha com guloseimas, pode comer à vontade!, TV no desenho e quarto com Cidinha…

            Cidinha não quis mais saber da faxina. A languidez do pós-fato. Pode ir pra casa que o Nicão termina tudo.... caindo em seguida no sofá apagado. Quando levantou; João Carlos naquele estado, quatro horas! Como passou rápido o dia!

            João Carlos enfiado no banho e sala limpa igual o rabo. Não ia dar conta do resto. Preciso de um plano: João Carlos, meu “filho”, você tem que ajudar o papai, tá?, pra você ganhar esse monte de doce amanhã… quando a mamãe chegar eu vou falar que a Cidinha passou mal e que teve que ir embora mais cedo, que eu tive que chamar o Robério pra levar ela de carro no pronto socorro, e que depois fiquei cuidandinho de você, tudo bem?, posso contar com você?

            João Carlos silenciou… Nicão e a frieza do psicopata. Deixou-se surpreender com uma vassoura em mãos tão avessas ao trabalho… varrendo a cozinha.

            Tudo explicado na verdadeira falsidade. A mulher resolvida. Notícias da Cidinha? O que ele prometeu arrumar, enquanto saia pra buscar as crianças na escola. Neste intervalo, passaria na casa do Robério. A trama da trapaça…. caso a Creusa perguntasse coisa.

            O momento da mãe ficar a sós com o filhote. O de sempre, o cotidiano afago in colo, no sofá das perguntas-beijinhos-de-esquimó do como tinha sido a escolinha… o que tinha feito durante o dia… a notação do chão da sala bem manchado de algo, como se sido mal limpo…

            ... farelos de bolacha, potinhos de danoninho atrás da estante, parede suja de chocolate… coisa bem estranha. João Carlos, papai comprou doce...?

            – E o papai ficou brincando com você aqui ou te levou pra rua com ele…?

            – Não… eu fiquei ati veno desenho e comeno docê e o papai ficou no quarto com a Cidinha e depois dormiu no sofá...

           

            Guerra não declarada e conflagrada. O canalha voltou, as coisas na calçada. A vizinhança comentando, verdadeira cena. Nicão ainda pôde entrar algumas vezes, pegar suas tralhas, se despedir do sofá na tentativa inutilmente dalgum tipo de reconciliação. Zero.

            O divórcio saiu em menos de um ano. Sabe deus como a mulher conseguiu criar os três filhos sozinha, trabalhando fora, contando apenas com a ajuda da mãe, em situações mais difíceis.

            O Pedro Paulo saiu uma desgraça só. Engravidou uma menina aos quinze anos de idade, e ela com quatorze. Decidiu morar com o pai, que passou a ser chamado Donicão, corruptela de Dom Nicão... e que foi pedir asilo na casa da mãe, e a coisa desandou de vez…

            Juliana, assim como o João Carlos, nunca deu muito trabalho. Terminou a escola, fez curso técnico, começou trabalhar, namorou, casou, fim. Em termos de caráter, não é uma probidade absoluta como o João Carlos, pois sempre que dá, leva pra casa algumas coisas do hospital, além de conspirar contra auxiliares de enfermagem que ameacem sua situação confortável…

Marx disse que ser radical é encarar as coisas pela raiz, sendo a raiz do homem o próprio homem...

            Na escola; João Carlos sempre discreto. Poucos amigos. Nunca muito afã de brincar e.... nem de estudar. Era por seu comportamento exemplar e pela demonstração que deu, algumas vezes, o caráter incorruptível.

            Como no Era uma vez um dia em que por conta de algumas porradas dadas pelo diretor nalguns alunos, todos os demais, de todas as séries, armaram rebelião quase colocando escola abaixo. Tudo que havia de material escolar surrupiaram. O inspetor abrindo os portões pra evacuar. Os alunos abandonaram o prédio, menos o Ele, permanecido em seu lugar o todo do tempo convulsivo, como se uma estátua fosse.

            Professores podiam acreditar naquilo? O menino era doente! – coitado – que sofre algum distúrbio psicológico…

* * *

            Na adolescência, 14-15 anos, João Carlos comendo pastel na feira. Traficante armado sobe um desafeto alí mesmo. Pra São Pedro ver o que faz; se joga pra baixo ou se põe pra trabalhar. Saiu no Notícias Populares: FOI COMER PASTEL E SÓ RECEBEU AZEITONAS. Caso um dos mais notáveis do bairro. O tal de Mandruvá. Dedo mole. Mandou pra cima do rival tiros e mais tiros. Aquele rebuliço. Gente passando por cima da outra, gritaria generalizada das mulheres, empurra-empurra, tudo virando no final grande vazio.

            Consumidores inadimplentes. Depois dos tiros e depois também. João Carlos abriga-se no posto de gasolina. O dinheiro trocado traz para o pastel comido apenas metade – dois reais de cinquenta centavos. O corpo bem ali; estirado no chão. Metade na calçada, metade sarjeta. Normal. A moça da barraca pedindo pro japonês fritar um especial pro menino honesto, de graça; não tem preço.

* * *

            Primeiro emprego como repositor em loja de calçados. João Carlos colocado a prova pelo gerente. Essezinho, que era tudo nessa vida, menos honesto, sonhava ser dono de loja, construir rede – Calçados Ademar – depois lançar-se na política, primeiro como vereador e depois…

            O tal; embevecido na filosofia de nossa época: “todo homem tem seu preço”. Precisado de João Carlos para um tombo. O outro gerente deveria rodar. Ademar, o próprio. Seria o braço direito do dono. Na fronha, o futuro: assumir a outra loja que seria aberta no centro de São Bernardo do Campo. Eu nasci em São Bernardo. Nada mais certo. Sou de lá, conheço a terra. Adepois... um curral de eleitores. O natural e justo, oras.

            Este outro gerente, 15 anos de casa, deveria rodar…

            Pela competência administrativa. O testa de ferro da nova loja, já concertado. Início da futura rede. Mas como todo homem, tinha lá seu fraco, o abrupto apaixonar-se tão perdidamente pela esposa do patrão. Ai que miséria!

            Dona Raquel. Esposa, do marketing e da aquisição das novidades de época. Frequentava desfiles, recebendo inúmeros representantes comerciais, tudo avaliando opinativamente. Não havia peça naquelas vitrines desdenhada pelo crivo da mulher, de olhar jurisconsulto. Também tinha sua queda – as joias… vai veno…

            Ademar. O movimentar silencioso da onça no rio. Trama encarnada de novela das oito. Levar à frente suas ambições. Só isso. Maquiavélica mente. Atiçanhando a paixão do outro. Comentários insinuantes sobre a Dona Raquel…

“Que o casamento dela não ta bem…” “que um mulherão daquele merece outro cara…” “e que um dia ela fez algumas perguntas sobre você, Marco….

            – Sobre mim, Ademar?

            – É… perguntou se você tinha namorada… pois que acha você muito simpático…

            Agulhadas em brasa da paixão no músculo cardíaco, às vezes, são irrefreáveis. Marco as sentiu. Nessas horas... necessidade de sangue frio pra não sair catando cavaco.

Depois dessa conversa, era Dona Raquel na loja e o gerente taquicárdio. E mulher percebe as coisa, né?

            O gerente Ademar: um homem de visão. Acertado o primeiro tiro no alvo; mais algumas metas – a aliança entre o veneno das palavras com a corrupção da mercadoria. Disse que se o gerente Marco quisesse, a mulher seria dele, mesmo que por uma única noite, como nos contos de fadas...

            No princípio, Marco não disse nem sim nem que não, já cego, acreditando. Ademar tá comigo!

O golpe veio no dia do aniversário dela.

            Foi aí que o Joca entrou na fita. Ademar adquiriu um anel de diamantes sabe deus onde, mostrou pro Marco perguntando se toparia fosse enviado de presente a Ela… com os cumprimentos Dele. Depois é só correr pro abraço… meu amigo...

            – Mas onde você conseguiu esse anel, Ademar?

            – Alguma cliente perdeu aqui na loja…. já faz mais de três meses…

            Pobre Marco, apaixonado, não teve forças de resistência. Esta grande prova de amizade. Ademar encarregou João Carlos da entrega. Um cartão assinatura do cego gerente.

            Depois desse, Dona Raquel e as silenciosas reuniões com Marco. Algumas a portas fechadas. Assiduidade na loja aumentada consideravelmente, alibando ausências prolongadas do marido, enfurnado nos preparativos da filial de São Bernardo.

            Certo dia, loja mal aberta, gerente Ademar chega pra João Carlos com um pacote de notas de cem, torno de dois mil reais. Dizendo disposto ajudar o rapaz – que nunca pediu qualquer ajuda – e querendo fazer justiça também, em relação a um caso que ele não admitia.

            Contou do anel diamantado, que o gerente Marco tinha pedido pra ele Ademar entregar, mas que se tal o fizesse, poderia pegar mal... e tal e coisa e coisa e tal...

            – Foi por isso, João, que pedi pra você ir lá entregar… eu não queria fazer isso, mas acho que não foi legal de minha parte colocar você nessa. Essa grana pra reparar o erro e pedir pra que você me ajude a acabar com essa safadeza aqui na loja, o Sidney não merece isso! Assim falou o Ademar.

            Difícil João Carlos entender. O que tava acontecendo….?

            – Você não reparou, João, que o Marco vive saindo no meio do expediente… e que as vezes nem volta pra loja… você acha certo isso?

            João Carlos silenciou.

            Ademar, O malvado. Tinha arrumado tudo. Com perícia. Contratou detetive particular, dizendo ser “irmão da vítima”, adquirindo fotos do casal entrando e saindo daqueles lugares que começam com M.

            Numa tarde escapadinha do gerente Marco, Ademar – O traiçoeiro – liga pro patrão Sidney, pedindo vem com urgência prá loja!, em estilo telegráfico, coisa importante tratar não pode por telefone.

            Colocadas na mesa do chefe as fotos, tudo o que tava ocorrendo, das reuniões a porta fechada, das saidinhas do Marco….

            – Isso é o mínimo que eu posso fazer, meu patrão, me desculpe se causo uma tragédia em sua vida, mas não admito esse tipo de traição contra pessoas que eu tanto amo. Se o senhor quiser, eu posso chamar o João Carlos, ele também sabe de tudo, alias, todo mundo aqui na loja já sabe….

            O desolado Sidney. O traído. De um coração bondoso, emudeceu. Dizem que pra sempre. Aguardando o retornar do Ademar, O maldito, mais o testemunho dilacerante do João Carlos. Abriu a gaveta. Pegou um lenço. Assoou o nariz. Apontou um lápis e jogou lá pra dentro um porta-retratos dele mais Dona Raquel em Búzios…

            A chegada. João Carlos nunca tinha visto o patrão naquele estado. O diabo Ademar miando no ouvido dele… que era apenas pra confirmar o que se ia falando…

            – Então, meu patrão, como eu disse ao senhor, o João Carlos, que é um rapaz acima de qualquer suspeita, pode confirmar o que eu estou falando pro senhor, apesar que estas fotos dizem mais que qualquer depoimento…

            João Carlos, O bom. Compreendeu a jogada. Desconfiara. A figura desolada do chefe, fazendo riscos desconexos num pedaço de papel. Saiu da sala. Queria mostrar uma coisa ao patrão….

            Gerente Ademar, O triunfante. Absorto pelo sucesso, interpretou a saída como mais um ponto a seu favor. O rapaz saído par’arranjar mais prova contra a traição.

            João Carlos; o pacote de dinheiro, escondidinho no armário todo esse tempo. Contou dos favores pedidos pelo Ademar...

            – Só quero dizer que eu não tenho nada a ver com isso. Vocês que se entendam.

            Jogou o pacote em cima da mesa do chefe, conforme me relatou, que continuou num mutismo de cemitério. Ademar pegou o pacote e saiu correndo, como se tivesse roubado.

            No momento em que João Carlos voltava pra loja. O casal Marco e Dona Raquel aparece, na maior pala da paróquia, muito apaixonados pelo um do outro.

            Depois desse dia, a loja nunca mais reabriu.

            João Carlos, como os todos demais funcionários, demitidos na CLT. Jamais notícias daquela gente.

O gerente Ademar. Menos ele, é claro. Reaparecido alguns anos depois como cobrador de ônibus, na linha 431 da EMTU, que liga o jardim das Oliveiras em São Bernardo do Campo ao Terminal Parque Dom Pedro II.

            O ex-gerente no papel do inesquecível FUUUI!

Virou uma entidade naquela linha. De um carisma insofismável, cumprimentava os passageiros como se fossem amigos, conversando sobre tudo, atencioso com os idosos e mães com crianças de colo. Auxiliava em todas as paradas soltando o seu característico FUUUI! em vez de usar a campainha que serve pra avisar o motorista que já pode fechar a porta e zarpar.

            Operando por trás da simpatia; o projeto do vereador. Não demorou. A filiação num partido. As próximas eleições. O ônibus pra fazer campanha e distribuir santinhos:

            Cobrador FUI! Nele você pode confiar…

* * *

            Depois da loja, João Carlos arranjou trabalho na secretaria da Paróquia duma Igreja, em Diadema, e lá permanece mais de década. Teve pequena desavença com uma funcionária. A vampira. Cobradora de um por fora pra adiantar na fila alguns casais desejosos de lá contraírem o sagrado matrimônio.

            A vampira em férias. João Carlos recebe a proposta indecente dum noivo e corre contar ao padre, que, sabedor de tudo, fez o estupefato e promessas de medidas sanatórias.

            E o rapaz nunca mais chegou perto da agenda de casamentos.

* * *

            É ou não é...? o Joca: A radicalidade! Tudo isso o próprio me narrou, certas vezes, quando lhe visitava. Sempre FUUUI muito comovido por ele. A vontade de conhecê-lo. Ele e sua radicalidade. Achei por bem vertê-lo em lenda. Se Sofre? Não sei. Se se pensa sobre seu ser? Também não sei. Joca é indevassável.

            Mais uma coisa. A última. Prometo. Que brevidade também é caráter. A tese colocada à prova. Banca forte.

            Certa mão, eu ia pra casa Dele indignado com tamanha retidão de caráter. Isso não pode ser! E se não tivesse lei.... a legalidade? Fui a queima roupa. Perguntei a meu amigo de infância se ele nunca tinha enganado ninguém na vida, se nunca tinha usado nenhuma manobra pra contornar certas dificuldades…

            Disse não. Nunca. Seco. Sem mais.

Mas depois, ao que parece caído em profunda meditação. Contradizeu-se. Disse sim! Uma vez! Com açúcar, com afeto! Uma vez enganou......

            – E como foi isso, Joca!?

            – Uma vez entrou uma barata lá em casa. Eu fui na cozinha e ela tava lá em cima da pia. Primeiro peguei o chinelo pra matar, depois resolvi enganar ela. Fiz um trilho de açúcar que ia da pia até o ralo dedebaixo do tanque. A bobinha foi comendo o açúcar, comendo, comendo….e zapt… caiu no ralo.

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Alexandre Rosa

Escritor e cientista social formado pela FFLCH-USP, é educador no Projeto Vocacional Literatura, da Secretaria de Cultura da Cidade de São Paulo, e Mestrando no programa "Cultura e Identidades Brasileiras" do Instituto de Estudos Brasileiros (IEB) da USP, onde desenvolve pesquisa sobre o escritor Lima Barreto.

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