A+ A A-

A Ética Capitalista e o Espírito do Consumo: O capitalismo como religião

Imagem Divulgação Imagem Divulgação

             Um dos aspectos basilares que permeia o pensamento de Marx (1982) é a constituição das relações produtivas enquanto força criadora da cultura, direito, religião e etc. As relações infraestruturais - dadas por sua materialidade - constituem formas ideológicas superestruturais que legitimam e naturalizam desigualdades sociais. Na contramão argumentativa, Masrshall Sahlins (2003) aponta que a ordem simbólica contextual da cultura cria elementos e especifica as relações produtivas. Situados em polos diametralmente opostos, Marx (1982) e Sahlins (2003) reforçam a circularidade do movimento relacional entre a ordem simbólica e relações produtivas para explicar qual polo possui precedência sobre o outro. Sendo um simpatizante do pós-estruturalismo antropológico, essencialmente da problemática ainda em desenvolvimento da “virada ontológica”, creio não poder advogar para qualquer um dos lados, mas propor um meio termo.

             Slavoj Žižek (2013b), recorrendo à Walter Benjamin, aponta que o capitalismo constitui-se como uma ética-religiosa na qual o capitalista por excelência é praticamente um altruísta disposto a arriscar tudo, incluindo sua vida, pelo lucro, expansão de mercado e etc. Para Žižek (2013b), sua felicidade pessoal subordina-se à condição de reproduzir a lógica materialista, utilitarista e racional deste sistema, ou seja, a materialidade racional reveste-se de uma ética religiosa semelhante às teses de Weber (1987) acerca do protestantismo. Porém, nesta ética “neo-weberiana” gera-se um puritanismo ateu na esfera do utilitarismo. O capitalista não é aquele que propicia intencionalmente o engodo das classes dominadas através de sua ideologia, mas este próprio toma-a como verdade natural e dedica sua vida à reprodução da dominação enquanto necessidade existencial. Não há a um “motor imóvel”, nos termos aristotélicos, uma inteligência externa criadora e movente de tais construções da realidade. Os grandes capitalistas, são eles mesmos os “capitães do mato” de um senhor invisível, dignitários condenados a criar estratégias de venda, legitimação da exploração e expansão de seu poder, porém condenam seu próprio tempo de existência à naturalização da reprodução da felicidade enquanto sinônimo de consumo e de manutenção e expansão do lucro, dos fluxos de capital e do culto do dinheiro enquanto finalidade, e não meio. O capitalista busca sim legitimar e expandir suas esferas de dominação, porém apenas o faz enquanto resume o sentido da vida ao ascetismo utilitário e a reprodução das logicas de lucro, dominação, expansão e etc. Assim, a ideia do individualismo enquanto valor intrínseco, a meritocracia como fator diferenciador dos indivíduos, a acumulação de capital enquanto objetivo final, o consumo enquanto aspecto central definidor de qualidade de vida e a expansão de mercado, constituem alguns dos cernes ideológicos do capitalismo, naturalizados como forças motrizes que constroem e são construídas pela materialidade das relações de produção e da necessidade de criatividade e reinvenção de mercadorias.

            Nestes termos, a lógica circular do material e simbólico, anteriormente esboçada, pode ser retomada por uma via alternativa: não se trata mais de pensar se o simbólico precede ou é precedido pelo material, mas a possibilidade de ambos se constituírem conjuntamente em uma narrativa ontológica naturalizada e pretensamente universal: os desdobramentos das relações de produção no capitalismo transformam seus valores, tal como os valores significam e dão bases aos desdobramentos materiais. Temos assim as bases constitutivas para se pensar a questão da liberdade no capitalismo e suas consequências na democracia.

            A ideia de “liberdade” constitui ao longo da história das reflexões filosóficas um “imperativo categórico” – em termos kantianos, necessária à condição humana. Em Descartes (1971) a liberdade decorre do silogismo que permite ao sujeito compreender em profundidade as opções que precedem a escolha. Em Sartre (1998), a liberdade é o indeterminismo ontológico, o nada, a potencialidade absoluta de engajamento. Em Marx (2007), a liberdade é essencialmente materialista e compõe-se da criação de condições objetivas que possibilitam a expansão sensorial, técnica e artística como formas de existência. Assim, se o sujeito é privado de suas condições materiais de existência em função da propriedade privada dos meios de produção por outrem, configura-se a falta de liberdade. No capitalismo, Marx (2007) aponta que apesar da carência de liberdade absoluta, este oferece liberdades parciais econômicas, políticas e de expressão, mas que apenas camuflam a carência de liberdade absoluta. Desta maneira, ainda que haja divergências essenciais acerca do que é a liberdade, há um consenso geral de que ela é mais do que simplesmente “liberdade de escolha” e “liberdade de expressão”, expressas em nossas atuais sociedades contemporâneas e liberais

            Žižek (2013a), ao pensar nossas atuais sociedades, associa a questão da liberdade à forma mercadológica, ou seja, a equivalência entre sujeitos livres dispostos a negociar. Neste sentido, a liberdade traveste-se de sua forma puramente formal, eliminando hierarquizações a priori (todos nascem igualmente livres e capazes), mas negando desigualdades posteriores como restritivas aos próprios princípios de liberdade. Para Žižek (2013a), esta formalidade da liberdade no capitalismo camufla as desigualdades essenciais constitutivas nas supostas livre-negociações, expressas nas desiguais relações exploratórias de empregado e patrão, na qual o primeiro possui um campo de liberdade restrito, por conta do poder e controle exercidos pelo segundo. O entrelaçamento do direito à propriedade privada termina por alienar os princípios de igualdade e liberdade no capitalismo, permanecendo apenas sua formalidade, jamais garantida em si. Ou seja, a posição econômica denota posições (des)vantajosas para o exercício de liberdades sociais, políticas e etc.

            Se quisermos então falar, em termos pós-estruturais, sobre as características constitutivas de uma “ontologia” capitalista, destacaremos o princípio irrestrito da liberdade de compra e venda fundamentada por um individualismo expansivo, na qual este indivíduo deve ser livre para escolher buscar a realização de interesses puramente pessoais. Assim sendo, a naturalização do “individualismo irrestrito” que impõe a liberdade mercadológica funciona como forma de dar bases concretas às demais decorrências capitalistas. As consequências diretas destas questões, mais uma vez partindo de Žižek (2014), expressam-se na comercialização da educação, saúde e cultura como formas de “exercício de escolha liberal” não impostas, mas empreendidas livremente. Empregos fixos são sucateados em função de trabalhos temporários, vistos como formas de reinvenção do indivíduo e exploração de potenciais até então desconhecidos, mas que geram a perda de caráter e de uma narrativa de vida linear, como destaca Richard Sennett (1999) magistralmente. Esta ontologia liberal pautada pelo individualismo e expansão da liberdade mercadológica, impõe-se categoricamente como a necessidade de comprar e vender tudo aquilo que é potencialmente consumível enquanto mercadoria. Em tese, permite-se escolher e consumir escolas particulares, planos de saúde e empregos e etc, mas não é possível não consumir o que já é pré-selecionado. Transferimos assim nossa suposta liberdade irrestrita à imposição de escolhas sobre quais os serviços teremos que comprar. Mas, além da imposição de consumo nesta ontologia liberal, o problema da igualdade também passa a ter papel importante, já que se o consumo é intrinsecamente ligado à questão monetária, desigualdades sociais e econômicas terminam por privar a liberdade de escolha de camadas menos favorecidas. Paralelamente, qualquer política estatal que busque mecanismos de correção das desigualdades afronta em si a liberdade de funcionamento do mercado enquanto lugar de realizações de escolhas de consumo de um indivíduo autossuficiente e socialmente egoísta. Resta assim fechar-se em crenças pouco fundamentadas em que a privação monetária de escolhas de consumo por “produtos” como educação, saúde e saneamento básico, seriam facilmente corrigidos pela meritocracia pautada na lei do esforço individual. Em outros termos, a liberdade-impositiva como essencialmente ligada à relação de compra-venda, pautada pelo individualismo, mostra-se incapaz de lidar com as desigualdades que privam o consumo e, por consequência, suas próprias premissas de liberdade.

            Outro aspecto essencial do capitalismo é a expansão da ética moral do consumo e acúmulo monetário enquanto produtor de felicidade, já que seria impossível pensar na comercialização irrestritamente liberal caso o consumo não permeasse motivações individuais, tal como seria difícil explicar fortunas bilionárias que se aplicam simplesmente na geração de mais capital numa estrutura retroalimentar e autofágica. Neste sentido, retomo aqui a ideia anteriormente esboçada a partir de Žižek (2013b) sobre o capitalismo enquanto uma ética religiosa, que consome até os grandes capitalistas. A expansão generalizada da crença do consumo enquanto sinônimo de felicidade e o acúmulo de capital como um fim em si, aliado ao individualismo predatório e a liberdade como expressamente mercadológica, gera o que Marx (1982) chamaria de “superestrutura” do capitalismo, ainda que esta não se subordine às relações materiais, mas também tenha um aspecto igualmente constitutivo.

            Vemos então que indivíduos supostamente livres negociam condições de trabalho de em posições hierárquicas altamente desiguais (trabalhador que só possui sua força de trabalho e patrão que decide as condições do trabalho e a remuneração), criando barreiras para o exercício da liberdade enquanto sinônimo de escolha de consumo, gerando desigualdades estruturais mascaradas inertes ao próprio funcionamento do sistema. Como pano de fundo, temos esta ética religiosa naturalizada que limita a vida dos indivíduos ao consumo pré-especificado pelo marketing empresarial, mas que também atinge os grandes capitalistas, que dedicam sua vida e fortuna à produção de mais fortuna e poder por meio de estratégias de dominação. Temos, mais uma vez, uma religião que tem por finalidade a acumulação e geração de riquezas como finalidade em si. O que nos resta então ao pensar na possibilidade de um sistema democrático?

            Žižek (2014) expõe que o vazamento de documentos confidencias de reuniões do TISA (Trade in Services Agreement, um tratado plurilateral que tem os EUA e União Europeia como principais interessados em acordos sobre o livre comércio) apontam estratégias que firmam pactos para diminuir o controle governamental sobre o livre comércio de grandes corporações, ainda que exatamente a falta de regulação tenha levado à crise mundial de 2008. Neste sentido, Žižek (2014) aponta para a expansão do mercado incontrolável para além de constituições e barreiras nacionais, impondo regras e políticas que não perpassam pela vontade popular expressa nas urnas, ou seja, a democracia enquanto regime popular mostra ser um empecilho para a circulação de interesses e liberdades privadas.

            Se tomarmos a democracia como a realização de planos e políticas votadas pela população, ainda que obviamente não se restrinja a isso, a imposição de menos barreiras regulatórias de mercado representa a pujança da forma de interesses privados sobre a esfera pública. Žižek (2015) aponta a inevitável separação entre capitalismo e democracia, porém eu destaco que estas duas esferas nunca viveram um casamento para além da formalidade. Enquanto a democracia, pautada por princípios que valorizem o indivíduo e sua liberdade de consumo, seguir seu rumo, teremos um casamento amigável, porém, quando princípios coletivos se impuserem enquanto barreiras para a expansão mercadológica de grandes capitalistas, que veem esta necessidade como parte de sua própria essência existencial, a formalidade irá mostrar-se como sempre foi: falsa. Acordos como o TISA mostram este aspecto em escala global. Se nos restringirmos ao contexto local brasileiro, veremos que o impeachment do governo petista não envolveu apenas escândalos de corrupção e ilegalidades (ainda que o governo do PT e toda a base oposicionista também estivessem envolvidos), mas essencialmente a negação capitalista de um plano de governo decidido democraticamente. Um golpe democrático, onde representantes públicos se tornaram meras marionetes de interesses privados, aprovando medidas prejudiciais à população em geral sem ao menos uma consulta popular. Corta-se na “carne do povo”, parafraseando o “presidente” Michel Temer, para salvar dívidas empresariais e manter privilégios de classes/castas de elite. O Brasil talvez seja o exemplo mais recente de como princípios democráticos podem ser facilmente rompidos em função do interesse capitalista de acumulação individualista enquanto finalidade em si.

            Chegamos então a máxima: capitalismo e democracia só podem ser diametralmente opostos. A democracia enquanto princípio que preza pela maioria e pelo bem comum, respeitando formas de vida diferentes mostra-se como potencialmente afrontosa ao individualismo capitalista e a busca por expansão e domínio mercadológico como um fim em si mesmo. O Brasil mostrou isso ao mundo e temos muito a aprender. Um sistema que tem por máxima ética a liberdade de realização dos interesses particulares, tomando ferramentas de regulação pautada por princípios coletivos como restrições a serem superadas, não pode ser pensada em parceria com a democracia. O capitalismo constrói-se como uma máquina sem operador externo, um sistema que força indivíduos a consumirem o que lhes é disposto e chama isso de liberdade, ao mesmo tempo que cria ferramentas e empecilhos para que os menos favorecidos ascendam socialmente e representem perigos a seus interesses, afinal, a eliminação da concorrência é o objetivo final a ser alcançado, mas que, paradoxalmente, vai de encontro com esta ética do risco necessário e aventureiro do capitalista. Se a vida dos reles indivíduos condenados à “liberdade” de consumir parece ser pouco provida de significação filosófica, a dos grandes empreendedores também não se estende para além do consumo e dedicação irrestrita aos lucros e expansão de mercado. Vidas individualistas, pouco significantes, vazias, que apenas se diferenciam pelo volume de capital, ainda que isto seja fatalmente importante.

            A democracia, enquanto suposta forma de governo da maioria, respeitando as formas de vida minoritárias também, tende a ser problemática quando aliada ao capitalismo e sua incapacidade de lidar com outras maneiras de se viver. No caso brasileiro, temos as constantes perseguições à populações indígenas e o roubo de suas terras, justificados pela necessidade de produção por meio do desmatamento. Clastres (2004) aponta que a mentalidade capitalista pensa as populações indígenas como máquinas antiprodutivas, por conta de sua cultura não ser pautada pela necessidade ascética do trabalho e de acumulação de capital. Se suas relações com a floresta perpassam a constitutiva relação ontológica interna à cultura, o capitalismo deslegitima toda e qualquer relação com o mundo que não seja pautada na suposta universalidade da separação intrínseca entre natureza e sociedade, gerando assim propostas econômicas reais que envolvem o fim de demarcações de terras indígenas, tal como propõe o pré-candidato à presidência do Brasil, Jair Bolsonaro.

            Mas, em meio a tantas críticas, posiciono-me diferentemente das conclusões de autores como Slavoj Žižek, quando apontam a falta de opções e projetos de mundo por parte da esquerda, contra a realidade capitalista. Pois, se nos limitarmos a combater as relações materiais do capitalismo, ou pensar que a superestrutura marxista é um mero epifenômeno do materialismo, resta poucos caminhos a partir de experiências concretas. Ao invés de direcionarmos nosso olhar insistente para sociedades “socialistas” como Cuba e a antiga URSS, que não passam de capitalismos de Estado anti-democráticos, como bem destaca a Escola de Frankfurt, podemos olhar países que jamais se assumiram enquanto socialistas, ainda que sua democracia, busca por igualdade e sentimento coletivo sejam notáveis, como os países nórdicos, em especial a Noruega.

            Os países nórdicos possuem vasta tradição social-democrata que data desde fins do século XIX, quando partidos comunistas estavam ganhando espaço no jogo democrático. Desde então, desenvolveu-se por várias décadas um forte Estado que provém crescentes direitos sociais, assegura serviços públicos de alta qualidade, propicia distribuição de renda e uma ampla construção democrática. Na Noruega em particular, os governos promoveram ampla presença estatal na economia, chegando a controlar 32% das empresas listadas na bolsa de Oslo, fora os já comentados direitos sociais, trabalhistas, na área de saúde, educação, atos impostos e etc. Mas, além disso, podemos também destacar a construção de uma mentalidade objetivada no coletivo e na preservação da natureza. Witoszek (1998) aponta que a natureza é um elemento central na vida norueguesa desde antes da cristianização, e que sua preservação de forma pragmática e experiencial é altamente inspirada pelas relações expressas na mitologia. Terje Tvedt (2005) destaca que as políticas da social-democracia norueguesa permitiram que se construísse, além da materialidade da igualdade, um “regime de bondade” que encarna o paternalismo estatal e a explosão de ONGs das mais variadas naturezas. Esta “bondade” caracteriza-se também a essencialidade da reciprocidade e espírito coletivo que possibilita o funcionamento dos serviços. Temos assim, além da materialidade de políticas de esquerda, a construção de uma mentalidade coletiva que serve como forma de proteção contra a predação da mentalidade individualista de maximização de seus investimentos particulares. Pensa-se assim a liberdade para além de uma fictícia liberdade individual, destacando a democracia como exercício do bem comum, portanto da liberdade enquanto valor coletivo.

            Por fim, cabe destacar que meu objetivo não é transformar o modelo nórdico norueguês num exemplo stricto sensu a ser copiado, já que também não é perfeito. A principal questão é entender a existência de alternativas viáveis que possam nortear perspectivas futuras e palpáveis alternativas ao capitalismo neoliberal e sua tendência a gerar desigualdades. Se a ética capitalista ascética, fundada numa liberdade puramente formal e num individualismo egoísta, apenas tem por consequência a transformação de todas as coisas em mercadorias consumíveis, a percepção do consumo como qualidade de vida e a necessidade de dedicar a vida para reprodução e circulação do capital, faz-se necessário que seus francos opositores, os já tradicionais esquerdistas e todas suas diferenciações internas, construírem alternativas que não abandonem a utopia, mas tendo por bases condições empíricas e exemplos notáveis, como no caso da Noruega, um forte reduto contra e religião capitalista individual e “libertária”, um lugar onde salários não são livremente negociados, pois se entende que essas condições de negociação não são iguais, um lugar onde o coletivo, o povo, vale mais que um aventureiro individualista e predador.

           Referências bibliográficas  

CLASTRES, Pierre. Arqueologia da Violência: pesquisas de antropologia política. São Paulo: Cosac & Naify.2004

DESCARTES, Reneé. Discurso sobre o Método. São Paulo: Atena, 1971

MARX, Karl. O Capital. São Paulo, Difel, 1982

______. A Ideologia Alemã. São Paulo: Boitempo, 2007

SAHLINS, Marshall. Cultura e Razão Prática. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editor. 2003

SARTRE, Jean-Paul. O Ser e o Nada: ensaio de ontologia fenomenológica. Tradução: Paulo

Perdigão. 6 ed. Rio de Janeiro: Vozes. 1998

SENNETT, Richard. A Corrosão do Caráter: consequências pessoais do trabalho

no novo capitalismo. Trad. Marcos Santarrita. Rio de Janeiro: Record,

1999

TVEDT, Terje. Det nasjonale godhetsregimet. Om utviklingshjelp, fredspolitikk og det norske samfunn. [O regime de bondade nacional. Sobre a ajuda para o desenvolvimento, a política de paz e a sociedade norueguesa] In: FRØNES, Ivar e Kjølsrød. Det norske samfunn [A sociedade Norueguesa]. Oslo: Gyldendal. 2005.

WEBER, Max. A Ética Protestante e o Espírito do Capitalismo. São Paulo: Pioneira. 1987

WITOSZEK, Nina. Fra Edda til økofilosofi. Norske naturmytologier. [Dos Edda à ecofilosofia. As mitologias norueguesas da natureza.] Oslo: Pax Forlag, AS. 1998

ŽIŽEK, Slavoj. Menos que Nada. Trad. Rogério Bettoni. São Paulo: Boitempo, 2013a

______. Não Aja, Pense. 2013b. Disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=2tsNQ4EO3Ec Acesso em: 10 maio 2017

______. Liberdade, Democracia e TISA. Disponível em: https://blogdaboitempo.com.br/2014/07/14/zizek-liberdade-democracia-e-tisa/ Acesso em: 16 maio 2017

______. Democracia e Capitalismo Estão Destinados a se Separar. Disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=CKxbxs6oU-E Acesso em 16 maio 2017

          

Avalie este item
(1 Voto)
Rafael Siqueira Machado

Rafael Siqueira Machado é graduado em Ciências Humanas e Ciências Sociais pela Universidade Federal de Juiz Fora (UFJF) e mestrando em Ciências Sociais com ênfase em Antropologia pela UFJF. Pesquisa atualmente os processos de construção das percepções entre tatuadores de Juiz de Fora, Minas Gerais.

voltar ao topo