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Mareando

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Tenho o mar em mim entranhado.

Bruma febril e efêmera do tempo

Que me afoga sem ter remado

Em sensações que se configuram num alento.

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Nossos “novos” tempos

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Que tempos são esses que enfrentamos

Em que sofremos com o pão que não amassamos?

Que é que acontece

Que até de nossa história o povo se esquece?

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Do Imaginar

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A imaginação é substância volátil

Planando em território tátil

A transmutar o que a realidade oculta,

A pulsar valente o que ao óbvio insulta.

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Sobre Não Parar

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Não quero entrar em parafuso,

Paranóia.

Não quero ser para-raios de outras histórias,

Cair de paraquedas no meio de um abismo que não é meu.

Não quero perder tempo a observar para-brisas

Em dia de tempestade a castigar.

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Reflexões Sobre o Decesso

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Se fosse possível traduzir a vida em palavras, arriscaria dizer que a obviedade do efêmero é sentença que recai sobre a cabeça de quem - ou o quê – está pelo mundo. Acrescentando-se a esta pétrea certeza, existem outros fatores que não só a torna estúpida como também cansativa: a involuntária ginástica do acordar e adormecer, do cair e levantar, nascer e morrer. São mecanismos que não se ensaiam, não podem ser simulados. Acontecem e ponto final.

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