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Abraço

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Ainda que tenhamos ciência do caráter efêmero de nossa existência e daqueles que estão ao nosso redor, temos o costume de negligenciar algumas coisas e só passar a dar o devido valor a elas lamentavelmente depois de perdê-las. Com alguma sorte, às vezes ainda em tempo de fazer algo diferente e reparar alguma falta. Mas mesmo que tenhamos a consciência de ter aproveitado ao máximo a convivência com as pessoas que amamos, o que não daríamos para novamente poder abraçar nossos entes queridos: pais, filhos, amigos ou aquele grande amor que já não temos mais ao nosso lado? O que faríamos para tê-los novamente no calor de nossos (a)braços?

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Há uma vida lá fora

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“Emprestamos à árvore nossas paixões, nossos desejos ou nossa melancolia; seus gemidos e seus cabeceios são os nossos e logo somos a árvore. Do mesmo modo, o pássaro que plana no céu representa, de imediato, nosso anseio imortal de planar por cima das coisas humanas; e já passamos a ser o próprio pássaro.” Baudelaire (1)

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