A+ A A-

Barracão número Seis

O ano é 1944, o mês pouco importa, lembro apenas que fazia frio, muito frio, mas afinal para um grupo de condenados em razão da simples existência que se encontram confinados à espera de ser remetido para o cadafalso pouco ou quase nada importa a precisão temporal. Vale aqui ser humano. Vale? Vale ser? Vale ser humano?

Leia mais ...

Capitais Pecados – Avareza

Caroline acordara cedo naquela manhã acinzentada de inverno, não havia nenhum motivo especial para que se levantasse naquele horário, afinal era período de férias escolares, mas também não vira a menor razão para que permanecesse na cama depois de desperta.

Leia mais ...

Jullyette

No pequeno banheiro do quarto de hotel ela se lava como se tentasse tirar uma nódoa que insiste em não sair da sua pele, por mais que esfregasse aquela mancha permanecia como a lhe lembrar quem era e de onde vinha. Parecia-lhe que aquela vida não era a sua e nem nunca seria, mas era preciso sobreviver num mundo cruel e frio que lhe negava qualquer possibilidade de ser ao menos um pouco feliz.,

Leia mais ...

Pescaria

Domingo de manhã, cedo, muito cedo. O despertador não toca, berra alucinado e o som agudo e ardido penetra nos ouvidos e faz vibrar cada neurônio que se recusa a aceitar aquela invasão. Mesmo do outro quarto o aviso é contundente como o duro aço de uma adaga e o ritmo da campainha do relógio parece dizer “acorda, fdp! É dia de pescaria!”

Leia mais ...

Jullyette

Domingo de manhã, sozinho em casa e nada pra fazer. Na verdade detesto não ter nada pra fazer, não que eu seja hiperativo ou coisa do gênero, mas olhar o tempo passar assistindo um lixo qualquer na televisão não é o melhor dos programas.

Leia mais ...