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Donny Correia

Donny Correia

Poeta e cineasta, é mestre e doutorando em Estética e História da Arte pela Universidade de São Paulo (USP) e bacharel em Letras – tradutor e intérprete pelo Centro Universitário Ibero-Americano (Unibero). Realizou os curtas experimentais Anatomy of decay, Braineraser, Totem (selecionado para a 34ª Mostra Internacional de Cinema em São Paulo e Prêmio Canal Brasil) e In carcere et vinculis. Publicou os livros de poesia O eco do espelho , Balletmanco, Corpocárcere e Zero nas veias. Organizou, ainda, com Marcelo Tápia, o volume Cinematographos, antologia da crítica cinematográfica, com textos críticos escolhidos do poeta Guilherme de Almeida para sua coluna cinematográfica no jornal O Estado de S.Paulo, entre 1926 e 1942. É coordenador de programação da Casa Guilherme de Almeida.

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Cacofonia sincrônica da metrópole

(Esta é uma versão ampliada do original lido em 30 de janeiro de 2016 na abertura do debate de inauguração da Sala Cinematographos, espaço da Casa Guilherme de Almeida, com as presenças de Jean-Claude Bernardet, Maria Dora Mourão e Lívio Tragtenberg, respectivamente diretor, montadora e compositor da música do filme São Paulo, sinfonia e cacofonia, exibido na ocasião)

Pugilato em ponta de faca: o ringue da poesia em Ricardo Escudeiro, por Donny Correia

Ricardo Escudeiro (1984), poeta, vocalista e lutador de Muay Thai, levou seus versos para o ringue e subverteu o conceito de fazer poesia sobre si e os seus. Estamos num tempo de luta, de disputas, de guerra de egos e vaidades, e o poeta é aquele ser mais vaidoso e prepotente que se vê como representante da história de sua geração. É assim que temos de ler o Escudeiro em seu Rachar átomos e depois (Ed. Patuá), com lançamento marcado para sábado, dia 19 de março, a partir das 13h na Casa da Palavra, em Santo André.

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